segunda-feira, 29 de junho de 2015

Lua


Lua

No sabor do luar
deslizam nuvens
na brancura eterna
rasgando vales
`
Através da bruma
oscilam a ternura
e o amor dissecado
por dois seres esquecidos

Na planície vertiginosa
vibra a amizade
no esquecimento
dos tempos vertiginosos

São chamas que se criam
na secura das terras
na berma do rio
veloz   infindável

É a criança que eras
na ingenuidade das flores
na caruma dos caminhos
pela etérea saudade.


Pedro Valdoy

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