sábado, 27 de junho de 2015

Lágrimas de um Poeta


lágrimas de um poeta

meu coração sangra
na inutilidade
de tempos esquecidos
e o Sol chora

pela desumanidade
de verdadeiros monstros
que lançam o terror
e têm o prazer de matar

a primavera
virá coberta de sangue
de autênticos assassinos
a soldo de um falso deus

mas todos
temos de lutar
contra esses energúmenos
para uma PAZ saudável

e então o Sol brilhará
as crianças brincarão felizes
o homem cava a terra
sedenta de amor

as flores na primavera
entoarão cânticos
de felicidade
para a pureza do mundo.

pedro valdoy



Sem comentários:

Enviar um comentário