lágrimas de um poeta
meu coração sangra
na inutilidade
de tempos esquecidos
e o Sol chora
pela desumanidade
de verdadeiros monstros
que lançam o terror
e têm o prazer de matar
a primavera
virá coberta de sangue
de autênticos assassinos
a soldo de um falso deus
mas todos
temos de lutar
contra esses energúmenos
para uma PAZ saudável
e então o Sol brilhará
as crianças brincarão felizes
o homem cava a terra
sedenta de amor
as flores na primavera
entoarão cânticos
de felicidade
para a pureza do mundo.
pedro valdoy

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